quarta-feira, 25 de março de 2020
Como será o Mundo pós COVID-19?
Qual será o Mundo que encontraremos depois que a pandemia do COVID-19 passar? Como serão as relações pessoais,
profissionais e mercadológicas? Que novidades, invenções e inovações surgirão? Que modelo de negócio sobreviverá?
Bem, essas e outras perguntas que ainda estão sem respostas, com certeza pululam na mente de todos os empreendedores
do Planeta. Chega até a dar uma certa ansiedade para que tudo isso passe logo e encontremos esse Novo Mundo que se
prenuncia. Pois tenham certeza: o nosso Planeta nunca mais será o mesmo depois dessa pandemia.
As relações e Leis Trabalhistas aqui no Brasil foram relativizadas e, em alguns casos, simplesmente desconsideradas
(tornadas sem efeito) para que o emprego e as empresas fossem o menos atingidos possível. O home office, que era
motivo de incertezas, se mostrou a alternativa mais prática para que as empresas não parassem de funcionar e os
colaboradores tivesses sua segurança de saúde preservada. Eu mesmo adotei isso na minha empresa.
Vai a primeira pergunta/mudança: vocês acham que, quando voltar ao normal, as empresas e boa parte dos colaboradores
vão querer adotar como permanente isso que foi temporário? Eu tenho certeza que sim. Com isso as empresas vão diminuir
de tamanho, pois não precisarão mais ocupar um espaço físico tão grande para funcionar. O CEO procurará outro imóvel
menor para que a empresa funcione. Isso já gera outro mudança: o proprietário do imóvel ficará sem essa renda caso
não consiga locar novamente. Isso pode durar um tempo considerável. Perceberam os impactos?
As Universidades, Faculdades, Colégios e Cursinhos tiveram que implantar (quem não tinha) e implementar (quem ainda
não tinha feito) o sistema de EAD. Até o colégio de minha menina que faz a quarta série fez isso!! Cabe a mesma
pergunta: Quantos por cento dos alunos voltarão para o imóvel? Todos já acostumados a terem suas aulas no conforto
de seus lares. Mais uma vez essas empresas também irão diminuir seu espaço físico, com a devolução do imóvel, que
voltará ao mercado e ficará à disposição para locação. O proprietário ficará sem essa renda. Qual o impacto disso?
Muitas oportunidades de negócios também surgirão. A Ambev adaptou uma parte de sua capacidade instalada para a
fabricação do precioso álcool em gel e álcool 70. A pergunta é: será que a Ambev não vai aproveitar a oportunidade e
entrar nesse novo mercado? Com certeza!! Seu portfólio aumentará e seus lucros também. (Nota: lembrar de comprar ABEV3)
A Avon, que não vendia álcool em gel, passou a oferecer em seu catálogo. Com certeza isso ficará para sempre. Oficinas
de reparos começaram a fabricar os ventiladores para os respiradores de hospital. Outra oportunidade de negócios.
Os Fiscos e Governos aboliram, extinguiram, alteraram e relativizaram muitos dos procedimentos de vigilância sanitária,
desembaraço aduaneiro, transporte de mercadorias e outras medidas afim. Mais uma vez: quem acha que voltará ao quer era
antes? Nimguém, pois não voltará.
Se preparem para esse Novo Mundo maravilhoso, mais humano, mais prático, mais fluido, mais rápido que surgirá.
Olhe para frente, pois é de lá que vem as novidades boas.
CoachComigo
domingo, 22 de março de 2020
Saia melhor dessa crise.
As empresas e o mercado estão passando por um momento turbulento causado pelo COVID-19. Esse momento,
segundo todos os analistas, é o mais severo problema econômico que o Mundo está passando, com incertezas e
temores que o pior ainda está por vir.
O Brasil também está sentindo esse momento.
E a pergunta que fica é: as empresas brasileiras, e você gestor, estavam preparados para uma situação dessas?
Claro que essa situação que estamos vivenciando é única e ninguém estava preparado (nem a China que "inventou" isso
se mostrou preparada). Nem mesmo os melhores "gurus" do mercado previram isso. Pelo contrário, a expectativa (com grande
chance de se concretizar) era de que esse ano de 2020 seria um dos melhores até então vividos pela Humanidade.
Aqui no Brasil os resultados serão brutais. haverá desemprego, queda do consumo, queda no lucro das empresas, inclusive
com o risco de muitas não continuarem.
Os Gestores Públicos estão tomando as medidas que julgam necessárias para mitigar ou minimizar os efeitos perversos da
situação, com adoção inclusive do Estado de Calamidade Pública, já aprovado pelo Congresso Nacional.
Mas... E os gestores das empresas, que medidas podem tomar?
Agora que o pânico e a incerteza se instalaram, tudo é urgente e impreciso.
Mas o urgente só aparece quando o importante deixou de ser feito. Essa é a lição que o COVID-19 nos deixa.
Sua empresa tem um plano de contigência ou emergência? Ou seja, está preparada para ficar um tempo sem faturamento, seja
qual for o motivo?
Os processos internos estão maduros o suficiente para que fiquem seu o comando do líder por algum tempo?
Os colaboradores sabem exatamente o que fazer e como fazer, mesmo sem que estejam sob supervisão?
Tem um canal de relacionamento eficiente de comunicação com seus clientes e fornecedores?
Saiba que as empresas que são grande e dominam o seu mercado de atuação só chegaram ao patamar que estão porque, no seu início
de funcionamento, teve o cuidado e responsabilidade de contratar empresas ou profissionais capacitados para implementar
essas e outras medidas que garantiram sua sobrevivência, presença, continuidade e domínio de mercado.
Sempre tem uma lição, um aprendizado, nos momentos difíceis.
Como as operações das empresas terão um breve momento de interrupção agora, aproveite, você gestor, para começar a se
preparar para que sua empresa volte melhor despois que passar essa tempestade.
Utilize esse tempo para estudar, lê os livros adequados, converse com pessoas que já passaram por momentos de crise
antes, procure saber quem são as empresas e profissionais que poderão lhe ajudar nesse processo.
Por incrível que pareça, esse momento de pausa é uma dádiva que está recebendo para você fazer o que há muito tempo queria:
você vai analisar, estudar e planejar sua empresa.
Com certeza quem assim proceder será e sairá muito melhor do que entrou nesse processo inesperado de contigência de
vendas.
CoachComigo
TAGS: #Empreendedorismo #Decisão #Sucesso #Coaching de Negócios #Coaching Executivo #Coaching de Resultados
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Valores
Valores
Há sempre um conflito reinante nas organizações hoje em dia: fazer o justo ou o certo. Explico.
O Administrador em determinado momento pode ser impelido, seja por ordens superiores ou pelas normas da organização a tomar algum tipo de atitude que, nem sempre é o justo.
Ele pode ficar numa posição de ter que demitir algum colaborador por algum motivo que não seja o mais justo.
Assisti a um vídeo de uma história de um diretor de departamento que foi ordenado a demitir um subordinado porque o diretor da área não gostava dele. Motivo meramente subjetivo. O diretor não demitiu seu subordinado.
Ele foi demitido sumariamente.
Quem estava certo na história? Concordo com o autor: os dois.
O diretor de departamento por não demitir seu subordinado sem motivo justo e o diretor da área por ter tido uma ordem direta não cumprida.
A lição que fica é de que nunca devemos abandonar nossos valores pessoais. É o nosso maior tesouro. Nossas crenças, nossos valores, devem nos acompanhar sempre.
Falando em crenças e valores, lembramos de cultura organizacional. Será nosso próximo tema.
Há sempre um conflito reinante nas organizações hoje em dia: fazer o justo ou o certo. Explico.
O Administrador em determinado momento pode ser impelido, seja por ordens superiores ou pelas normas da organização a tomar algum tipo de atitude que, nem sempre é o justo.
Ele pode ficar numa posição de ter que demitir algum colaborador por algum motivo que não seja o mais justo.
Assisti a um vídeo de uma história de um diretor de departamento que foi ordenado a demitir um subordinado porque o diretor da área não gostava dele. Motivo meramente subjetivo. O diretor não demitiu seu subordinado.
Ele foi demitido sumariamente.
Quem estava certo na história? Concordo com o autor: os dois.
O diretor de departamento por não demitir seu subordinado sem motivo justo e o diretor da área por ter tido uma ordem direta não cumprida.
A lição que fica é de que nunca devemos abandonar nossos valores pessoais. É o nosso maior tesouro. Nossas crenças, nossos valores, devem nos acompanhar sempre.
Falando em crenças e valores, lembramos de cultura organizacional. Será nosso próximo tema.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Capital Social
Participei outro dia de uma palestra na UNP com o tema “Como gerenciar pessoas em tempo de crise”. Foi uma palestra muito boa. Em determinado momento o instrutor falou sobre o capital social das empresas.
O Capital Social de uma empresa, como bem sabemos, são os recursos utilizados para a constituição da mesma. Pois bem, ele deu outro olhar sobre este termo.
O Capital Social, na verdade, são as pessoas que lá trabalham e as atitudes que a empresa faz em favor da sociedade.
Como aprendemos com a Teoria dos Sistemas, as organizações são sistemas integrados com o ambiente social onde estão inseridas.
Defendo e participo deste conceito. As empresas têm nos seus colaboradores seu Capital Social. Deve ter, também, a responsabilidade social. Toda empresa existe para dar lucro a seus investidores, sócios, acionistas e proprietários. Mas deve dar em troca à sociedade sua contribuição para o desenvolvimento da área, cidade, região e país onde estiver inserida.
Uma organização, para ser bem sucedida em suas atividades, tem que receber o devido reconhecimento dos seus clientes, fornecedores e colaboradores pelas práticas e procedimentos implementados.
Toda organização existe para trazer benefícios para a sociedade. Tem, claro, o objetivo econômico-financeiro, mas, em momento algum, deve ou pode descuidar de sua responsabilidade social.
O Capital Social de uma empresa, como bem sabemos, são os recursos utilizados para a constituição da mesma. Pois bem, ele deu outro olhar sobre este termo.
O Capital Social, na verdade, são as pessoas que lá trabalham e as atitudes que a empresa faz em favor da sociedade.
Como aprendemos com a Teoria dos Sistemas, as organizações são sistemas integrados com o ambiente social onde estão inseridas.
Defendo e participo deste conceito. As empresas têm nos seus colaboradores seu Capital Social. Deve ter, também, a responsabilidade social. Toda empresa existe para dar lucro a seus investidores, sócios, acionistas e proprietários. Mas deve dar em troca à sociedade sua contribuição para o desenvolvimento da área, cidade, região e país onde estiver inserida.
Uma organização, para ser bem sucedida em suas atividades, tem que receber o devido reconhecimento dos seus clientes, fornecedores e colaboradores pelas práticas e procedimentos implementados.
Toda organização existe para trazer benefícios para a sociedade. Tem, claro, o objetivo econômico-financeiro, mas, em momento algum, deve ou pode descuidar de sua responsabilidade social.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Boas vindas
Ofereço minhas boas vindas a todos aqueles que acessem este canto da internet. Este espaço foi criado para compartilharmos notícias, experiências e vivências sobre Gestão (pessoas, organizações, vida pessoal,...) e empreendedorismo (em qualquer área).
Portanto, fiquem à vontade para participarem e colaborarem para a troca de informações.
Dyjardan.
Portanto, fiquem à vontade para participarem e colaborarem para a troca de informações.
Dyjardan.
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